Liberdade

A menina olhava para a corrente que a segurava, ligada àquela abóbora. Nada a rompia. Queria correr, brincar e pular. Mas, estava presa. Um dia, conhecendo sua situação, resolveu mudar e seguiu andando na direção oposta. A corrente aumentava de tamanho. Seguiu. A correnta, ali, presa. Com o tempo esqueceu da abóbora, a corrente ficou leve e ela pode até correr. Chegou à cidade, viu que cada um tinha sua própria corrente. Alguns, separados apenas por dois elos de suas abóboras. Agradou-lhe a liberdade.

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